A Secretária de Desenvolvimento Social Ângela Sbruzzi pediu exoneração no final da última semana. A demissão da gestora da pasta veio depois das críticas dos Vereadores na Sessão Ordinária de oito de Fevereiro, encabeçada pelo Vereador Fernando Cuiú, seguido de pressão política nos Bastidores Políticos da cidade e dentro da Prefeitura. Esta foi a primeira vez, nos últimos cinco anos, na política local, que Parlamentares da bancada governista fazem uma manifestação criticando as engrenagens da Máquina Pública local.

As críticas dos Vereadores causaram uma grande dor de cabeça para o Prefeito Aguilar Júnior, que segundo fontes não estaria gostando do relacionamento e da maneira de gerir o Social feita por Sbruzzi. A queda da Secretária era dada como certa, uma questão de tempo apenas.

A Secretaria de Desenvolvimento Social cuida da entrega de Cestas Básicas aos mais carentes, do cuidado e da retirada dos popularmente chamados de “Sem Teto” e “Mendigos” e dos processos de isenção do IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano – dos mais necessitados e com orçamento familiar baixo. Estes principais quesitos tornaram-se mais do que prioridade nos tempos de hoje, sob o estigma da Pandemia do Covid-19 e suas Variantes que trouxeram grandes prejuízos à economia local.

Nas críticas os Vereadores ressaltaram que os mais necessitados não estavam sendo atendidos, que a questão dos Sem Teto não estava sendo bem tratada e que os processos de isenção do IPTU ou estavam parados ou tramitando de forma lenta, estando longe daquilo que ela foi orientada pelo Chefe do Executivo. É bom sempre frisar que uma gestão pública é regida por Políticas Públicas e pela maneira de agir e pensar do Prefeito, que foi eleito pelo povo e tem por obrigação, prestar contas aos eleitores dos seus atos.

Com a Exoneração de Sbruzzi o Prefeito Aguilar Júnior saiu à caça de um Substituto à altura da Secretaria e de suas prioridades atuais. De acordo com fontes foram feitos convites para os Vereadores Jair Silva e Baduquinha, que agradeceram e recusaram o convite, o primeiro por achar melhor angariar mais experiência e conhecimento como Líder da Bancada Governista no Legislativo e o segundo por achar ser uma mudança extremamente delicada, pois vive-se diariamente entre “O Céu e o Inferno”. Nas Relações Políticas, Vereadores que aceitam cargos no Executivo tendem a perder a confiança do eleitorado, pela troca de função, sendo tratados como “traidores” por seus eleitores.

Surgiram comentários veiculados em outros veículos que outros dois Vereadores, Bigode e Vera Morais teriam sido convidados, mas estas informações foram desmentidas por fontes ligadas ao Staff de Aguilar Júnior. O Blog Contra & Verso procurou o Prefeito em seu Gabinete para falar sobre o assunto mas não foi encontrado. Até o fechamento deste texto nenhum nome havia sido confirmado para a pasta.

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