Por Beá Moreira

 

Sombras, medos que seguem;

Perseguindo!

Seguindo os segredos meus.

Súbitas atitudes, virtudes, buscando Deus!

Dúvidas! Dívidas! Divindades!

Divinas deidades!

Dogmas, dubiedade!

E sonho! Simples, sóbrios sonhos!

Risonhos! Felizes sonhos sonhados.

Alados, voando pelos quintais!

Perdidos, partidos, ciganos,

Calados, voando mais!

E as sombras se desvanecem.

E então, de assombrar se esquecem!

Se esquecem de escurecer!

São apenas sombras, sobrando!

São sonhos, assim, murmurando,

São sopros, sussurro sublime,

Secando os olhos, avisando,

Que amar não é nenhum crime,

Amor! Não precisa sofrer!

 

 

Beá Moreira é Cientista Social, e comenta sobre o cotidiano e suas nuances, de forma descontraída e despretensiosa, buscando fazer do leitor de qualquer idade, um companheiro de bate papo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *